• “Da Virtude e do Vício” – VOLTAIRE:

    Por: Juliana Vannucchi “Da Virtude e do Vício” – VOLTAIRE (Tratado de Metafísica Capítulo IX): Nas primeiras linhas do capítulo em questão, Voltaire escreve que, em todos os lugares, as leis existem para que uma sociedade funcione, sendo que a maior parte dessas leis são arbitrárias, pois são formuladas e concretizadas a partir de interesses,

  • INVESTIGAÇÃO SOBRE A EXISTÊNCIA DE DEUS no Tratado de Metafísica de Voltaire:

    Por: Juliana Vannucchi “Os atributos de Deus são abismos impenetráveis para o homem.“ Abaixo, segue-se um resumo de uma parte (capítulo II) da obra “Tratado de Metafísica”, escrita por Voltaire em 1938. Tenha-se em mente que tal reflexão escrita pelo filósofo iluminista é dividida em partes, sendo a primeira uma argumentação a favor da existência

  • DAS PAIXÕES (Thomas Hobbes, Leviatã):

    Por: Juliana Vannucchi Este texto baseia-se no capítulo VI, da obra Leviatã, intitulado “Da origem interna dos movimentos voluntários vulgarmente chamados paixões; e da linguagem que os exprime”: Nos animais existem duas espécies de movimentos que os caracterizam provendo-lhes singularidade: um é o vital e o outro é o animal. O primeiro é involuntário, como

  • DIÁRIO DE UM SEDUTOR:

    Por: Juliana Vannucchi Um dos principais aspectos do pensamento do filósofo dinamarquês Søren Kierkegaard, é a divisão da vida humana em três estágios: estético, ético e religioso. Estas fases, resumidamente, correspondem respectivamente ao prazer, dever e fé. O livro Diário De Um Sedutor foi escrito em relação ao primeiro aspecto mencionado, o estético. Nesta fase

  • A MORTE FELIZ – ALBERT CAMUS:

    Por Juliana Vannucchi “Não há grandes dores em grandes arrependimentos, nem grandes recordações.Tudo se esquece, até mesmo os grandes amores. É o que há de triste e ao mesmo tempo de exaltante na vida. Há apenas uma certa maneira de ver as coisas e ela surge de vez em quando. É por isso que, apesar

  • OBSERVAÇÕES: KANT E A RAZÃO PRÁTICA (parte 2):

    Por Casagrande Um sistema de razão pura, inclusive da razão especulativa e todos os demais conceitos (os de Deus e da imortalidade) que, enquanto simples ideias, permanecem na razão especulativa sem apoio, conectam-se com esse conceito, e adquirem com ele e por meio dele, consistências e realidades objetivas: A sua possibilidade é demonstrada pelo fato

  • OBSERVAÇÕES: KANT E A RAZÃO PRÁTICA (parte 1):

    Por Casagrande Primeiramente gostaria de deixar claro que o texto a seguir e os próximos dois textos que serão postados foram divididos para que a compreensão para quem não estude filosofia Kantiana se dê mais facilmente. É importante ressaltar que os assuntos não se separam jamais e a divisão foi feita tendo em vista o

  • OBSERVAÇÕES: KANT E A RAZÃO PRÁTICA (parte 3):

    Por Casagrande ÉTICA: Para estabelecer-se qualquer princípio ético, deve-se anteriormente determinar o que é certo/errado, para isso, deve-se haver o embasamento em uma lei moral (conceitos de bom/mau aplicam-se). A lei moral é inviolável, o homem não é santo, porém, deve ter como santa a humanidade em sua pessoa, tudo o que existe em sua

  • A POSSIBILIDADE DO DISCURSO FALSO NO 237A DO SOFISTA DE PLATÃO:

    Por Pedro Bracciali A POSSIBILIDADE DO DISCURSO FALSO NO 237A DO SOFISTA DE PLATÃO: O Sofista é um diálogo de Platão cujo tema central é a problemática do Não-ser, e em que há um esforço de superação da afirmativa de Parmênides de que o Não-ser é impensável e indizível. A obra é situada no período