• OBSERVAÇÕES: KANT E A RAZÃO PRÁTICA (parte 2):

    Por Casagrande Um sistema de razão pura, inclusive da razão especulativa e todos os demais conceitos (os de Deus e da imortalidade) que, enquanto simples ideias, permanecem na razão especulativa sem apoio, conectam-se com esse conceito, e adquirem com ele e por meio dele, consistências e realidades objetivas: A sua possibilidade é demonstrada pelo fato

  • OBSERVAÇÕES: KANT E A RAZÃO PRÁTICA (parte 1):

    Por Casagrande Primeiramente gostaria de deixar claro que o texto a seguir e os próximos dois textos que serão postados foram divididos para que a compreensão para quem não estude filosofia Kantiana se dê mais facilmente. É importante ressaltar que os assuntos não se separam jamais e a divisão foi feita tendo em vista o

  • OBSERVAÇÕES: KANT E A RAZÃO PRÁTICA (parte 3):

    Por Casagrande ÉTICA: Para estabelecer-se qualquer princípio ético, deve-se anteriormente determinar o que é certo/errado, para isso, deve-se haver o embasamento em uma lei moral (conceitos de bom/mau aplicam-se). A lei moral é inviolável, o homem não é santo, porém, deve ter como santa a humanidade em sua pessoa, tudo o que existe em sua

  • A POSSIBILIDADE DO DISCURSO FALSO NO 237A DO SOFISTA DE PLATÃO:

    Por: Pedro Bracciali O Sofista é um diálogo de Platão cujo tema central é a problemática do Não-ser, e em que há um esforço de superação da afirmativa de Parmênides de que o Não-ser é impensável e indizível. A obra é situada no período da maturidade de Platão – compreendido entre 366 a 361 a.C.