• O CONCEITO DE MEMÓRIA NA FILOSOFIA DE AGOSTINHO:

    Por: Juliana Vannucchi “É grande esta força da memória.” – Santo Agostinho Este texto visa apresentar algumas reflexões feitas por Santo Agostinho em relação à memória, e baseia-se especialmente no Livro X da obra Confissões, ao longo do qual o filósofo apresenta vários tópicos, tal como a reminiscência, o esquecimento, a felicidade, a lembrança dos

  • FILOSOFIA ISLÂMICA:

    Por: Juliana Vannucchi e Paulo Pedroso A Filosofia Medieval foi um período da história da filosofia ocidental que se desenvolveu na Europa durante os séculos V-XV. Nessa época da história, a Igreja Católica possuía grande poder e enorme influência sobre a sociedade europeia e este fato é fundamental para compreensão das raízes e essências presentes

  • A QUESTÃO DO ABSURDO NA FILOSOFIA DE ALBERT CAMUS:

    Por: Juliana Vannucchi Se dedicarmos ao menos alguns instantes de nosso tempo para pensarmos a respeito do conhecimento humano e da maneira como, ao longo do tempo, o homem se relacionou com o mundo a sua volta, veremos que a humanidade, ainda que de maneiras distintas, desde os tempos remotos esforçou-se em atribuir um sentido

  • A CATEGORIA DO EU EM KIERKEGAARD:

    Por: Juliana Vannucchi “Um homem singular não tem, certamente, uma existência conceitual”. O existencialismo é uma corrente filosófica que popularizou-se intensamente ao longo do século XX, tendo como principais fontes de inspiração, as obras de Jean-Paul Sartre, Albert Camus e Martin Heidegger. Contudo, em meados do século XIX, o dinamarquês Søren Kierkegaard já havia registrado

  • A TRIPARTIÇÃO DA ALMA:

    Por: João Arruda “Entre mim mesmo e mim Não sei que se levantou, Que tão meu imigo sou.” Camões. O que falar deste misto de desejos imperiosos que parecem fazer tracção de corda, que puxam e repuxam medindo a força e a resistência destes que parecem serem e não serem eu e minha vontade; que

  • AS QUATRO CAUSAS ARISTOTÉLICAS:

    Por: Juliana Vannucchi e Paulo Pedroso As “quatro causas” encontram-se presentes em um conjunto de escritos de Aristóteles, intitulados pelo filósofo grego de “Filosofia Primeira”, que posteriormente, após ter sido organizado por Andrônico de Rodes, ficou conhecido como “Metafísica”.      Nesta obra, Aristóteles empenhou-se especialmente em investigar “o ser enquanto ser“, ou seja, o ente em

  • O DESESPERO HUMANO:

    Por: João Arruda Quem há que não tenha dúvidas? Poucas ou muitas, não há quem não as tenha. Tenho somente escrito e pensado em tom interrogativo, pois é somente isso que tenho conseguido: ter dúvidas. Sou rodeado por elas, mas não as deixo serem findadas rapidamente, as deixo como companheiras que me martelam deveras. Não

  • DEFESA DE SÓCRATES – PLATÃO:

    Por: Juliana Vannucchi Sócrates (469 a.C-399 a.C) foi um dos maiores filósofos da história do pensamento ocidental, e até hoje seu legado é amplamente estudado e discutido dentro e fora do meio acadêmico. O pensador grego, no entanto, não escreveu nenhum livro, e o que se conhece a respeito de sua vida e filosofia provém

  • ARISTÓTELES:

    Por: João Arruda   Se a característica essencial do homem é a racionalidade, qual seria o meio para a felicidade, senão o aperfeiçoamento desta característica? Aristóteles nos diz que o homem que deseja viver bem, deve viver sempre segundo a razão. Entretanto, ele não é apenas razão, e possui em si algo de alheio a

  • QUEM FOI SÓCRATES?

    Por: João Arruda Ao estudarmos filosofia antiga é injusto não estudarmos Sócrates, pois foi grande o impacto causado por sua presença em Atenas. Tão injusto, também é que ao querer remontar a imagem de Sócrates, deparamo-nos com diferentes personagens criadas por seus discípulos e contemporâneos, e ante as mesmas, surge a pergunta: O que há