• ALGUMAS OBSERVAÇÕES SOBRE O LEGADO ARTÍSTICO DE DÜHER:

    Por: Juliana Vannucchi Caríssimos leitores, abaixo, prazerosamente compartilharei com vocês as principais percepções que tive com as pinturas de Düher, como elas me afetaram esteticamente e porquê tanto me intrigam todas as vezes em que as aprecio e a elas me entrego.  Antes de mais nada, ouso dizer que talvez Düher tenha sido o pintor

  • ÉTICA – Introdução:

    Por: Paulo Pedroso A palavra ética soa cada vez mais comum, em períodos de agitação política é repetida à exaustão, muitas vezes de maneira imprecisa e genérica, outras vezes confundida ou mesclada à palavra “moral”. Diversos textos, vídeos e imagens estabelecem as diferenças entres os termos e suas flexões, porém, geralmente sem apresentar referências práticas.

  • A FALSEABILIDADE NA FILOSOFIA DE KARL POPPER:

    Por: Juliana Vannucchi Karl Popper (1902-1994) foi um dos pensadores mais brilhantes do século XX. Destacou-se especialmente na área da Filosofia da Ciência. Um dos principais temas de sua filosofia, e que lhe rendeu notável reconhecimento é a questão da falseabilidade, que será explorada neste texto.   A Ciência é construída através da observação e

  • AS FENDAS MÍSTICAS DAS OBRAS DE WILLIAM BLAKE:

    Por: Juliana Vannucchi Foi por intermédio de Jim Morrison, vocalista do The Doors, que conheci William Blake, notável artista inglês do século XIX. Eu li duas biografias sobre o líder do Doors e em ambas, ainda que de maneira distinta, Blake, encontrava-se presente como uma das grandes influências do músico, afinal, foi justamente uma passagem

  • OS CONCEITOS DE TEMPO E ESPAÇO NA FILOSOFIA DE KANT:

    Por: Gustavo Henrique Garrote INTRODUÇÃO:  Imannuel Kant (1724-1804) foi um pensador prussiano cujo legado é de imensa relevância para a história da Filosofia e também da Ciência. Escreveu vários livros, dentre os quais se destacam especialmente “Crítica da Razão Pura” (1781), “Crítica da Razão Prática” (1788) e “Crítica da Faculdade de Juízo” (1970). Para este

  • A ARTE PRIMITIVA:

    Por: Rosângela Vig Desde os primórdios, a Arte tem sido um instrumento para o ser humano demonstrar suas reflexões sobre o mundo e levar a contemporâneos e a períodos posteriores, sua forma de pensar. O anseio de imitar os modelos da natureza, vistos como perfeitos, deram autonomia ao gênio criador que tem proporcionado, ao longo

  • O MÉTODO CARTESIANO:

      Por: Juliana Vannucchi O Discurso do Método, publicado em 1673, não apenas é uma das obras mais prestigiadas de René Descartes, mas certamente, de toda a história da filosofia. Tal importância pode se justificar pela notável influência de seu conteúdo, que contribuiu imensamente para a área da Gnosiologia e também serviu como base teórica

  • SUBJETIVISMO X OBJETIVISMO:

    Por: Juliana Vannucchi Subjetivismo e Objetivismo são correntes filosóficas pertencentes ao campo da Teoria do Conhecimento, que buscam explicar se a origem do conhecimento encontra-se no sujeito ou no objeto e como se dá a relação existente entre ambos. Este texto, de cunho introdutório, apresenta as principais bases reflexivas das duas linhas de pensamento em

  • AS DIFERENÇAS ENTRE METAFÍSICA e FÍSICA:

    Por: Juliana Vannucchi e Alessandro Olivieri A palavra “metafísica” é originária do termo grego “metàphysis“, sendo que “meta” pode ser traduzida como “além” ou “depois” e “physis” como “física” ou “natureza”. Sendo assim, pode-se entendê-la como “além da física” ou “depois da física”. Esse termo foi cunhado por Andrônico de Rodes (século I), que foi organizador

  • AS NOÇÕES DE DÚVIDA CÉTICA E DO COGITO NA FILOSOFIA DE DESCARTES:

    Por: Luiz Henrique Zanatta Semeler    Este texto é baseado na obra Meditações Metafísicas, de René Descartes e se propõe a explicar os graus da dúvida cética que se encontram na Primeira Meditação, e também a maneira pela qual o filósofo francês chegou ao cogito ergo sum na Segunda Meditação.   Talvez o problema mais