• ALGUMAS OBSERVAÇÕES SOBRE O LEGADO ARTÍSTICO DE DÜHER:

    Por: Juliana Vannucchi Caríssimos leitores, abaixo, prazerosamente compartilharei com vocês as principais percepções que tive com as pinturas de Düher, como elas me afetaram esteticamente e porquê tanto me intrigam todas as vezes em que as aprecio e a elas me entrego.  Antes de mais nada, ouso dizer que talvez Düher tenha sido o pintor

  • ESTÉTICA – Introdução:

    Por: Juliana Vannucchi e Paulo Pedroso A palavra Estética, que corresponde a “aesthesis”, em grego, foi utilizado pela primeira vez pelo alemão Alexander Baumgarten e refere-se ao conhecimento sensorial, perceptível e que, portanto, se dá por intermédio dos sentidos, opondo-se ao conhecimento provindo pelo intelecto. Inicialmente, é necessário esclarecer que existe uma diferença entre o

  • A ARTE BELA E A ARTE SUBLIME:

    Por Rosângela Vig A ARTE BELA E A ARTE SUBLIME: Pelas mãos do artista, o espaço branco vai aos poucos se transformando. Primeiro preenchem-se as formas, depois as cores e a arte vai se delineando pelas imagens, frutos de um pensamento, de um mundo e de um tempo. Ali foram deixadas impressões, sensações e momentos,

  • O JOGO DA ARTE:

    Por Rosângela Vig Os quadros mais bonitos são aqueles com que sonhamos quando fumamos cachimbo na cama, mas que jamais pintamos. Mesmo assim, devemos atacá-los por mais incompetentes que nos possamos sentir ante a perfeição indescritível, os gloriosos esplendores da natureza. (VINCENT VAN GOGH, 2007, p.21)  Criador de um traço inconfundível na Arte e um

  • AS OBRAS DE WILLIAM BLAKE EM CONTRAPONTO COM A RAZÃO:

    Por: Juliana Vannucchi William Blake foi um pintor e poeta inglês, que enquadra-se e costuma ser associado ao Romantismo (mais especificamente, como um pré-romântico), embora a totalidade suas produções também possua aspectos pertencentes ao Simbolismo. . Blake era excêntrico. Suas produções foram amplamente recusadas durante o período em foram criadas, pois estavam além de qualquer

  • A RELEVÂNCIA DA MENTIRA COMO COMPONENTE ARTÍSTICO EM OSCAR WILDE:

    “A mentira, contar coisas belas e falsa, é o objetivo próprio da arte”. Por: Juliana Vannucchi Compartilharei com você, leitor, algumas observações e interpretações referentes ao ensaio “A Decadência da Mentira”, escrito por Oscar Wilde e lançado em 1891. O referido texto trata-se de um diálogo entre Vivian e Cyril, dois personagens que se encontram