• A TRIPARTIÇÃO DA ALMA:

    Por: João Arruda “Entre mim mesmo e mim Não sei que se levantou, Que tão meu imigo sou.” Camões. O que falar deste misto de desejos imperiosos que parecem fazer tracção de corda, que puxam e repuxam medindo a força e a resistência destes que parecem serem e não serem eu e minha vontade; que

  • O ANEL DE GIGES – PLATÃO:

    Por: Juliana Vannucchi O Anel de Giges é uma história que se encontra presente nos Livros II e III da obra A República, de Platão. Trata-se de um diálogo entre Glauco e Sócrates, no qual ambos refletem sobre a justiça e a injustiça. É válido mencionar que este referido tema que tange o contexto desta

  • O SOFISTA DE PLATÃO:

    Por: Pedro Bracciali O Sofista é uma obra de Platão (428/7 – 348/7 a.c.) desenvolvida sob a forma de um diálogo lógico-discursivo através de seus personagens: Teodoro, Sócrates, Teeteto e ‘O Estrangeiro’ ou ‘Hospede de Eleia’, que é introduzido na conversação como um visitante originário da cidade natal de Parmênides, representando assim o pensamento pertencente

  • METEMPSICOSE E O CONCEITO DE REMINISCÊNCIA EM PLATÃO:

    Por: Juliana Vannucchi “(…) a alma é pois, imortal: renasceu repetidas vezes na existência e contemplou todas as coisas existentes na terra como no Hades e por isso não há nada que ela não conheça (…)” – Trecho extraído de Mênon (Platão).  Platão compreende que a alma é imortal e que ela ocupa um corpo

  • PLATÃO: O MITO DE ATLÂNTIDA:

    Por Juliana Vannucchi e Pedro Bracciali Palavras-chave: Platão. Atlântida. Timeu. Crítias. PLATÃO: O MITO DE ATLÂNTIDA:Platão faz parte da aristocracia ateniense, filho de Aristo e de Perictona de Atenas, e descende de Sólon; por parte de pai. Viveu entre 427 a.C. até 347 a.C – Século de Péricles – em Atenas, quando essa cidade alcançou

  • A POSSIBILIDADE DO DISCURSO FALSO NO 237A DO SOFISTA DE PLATÃO:

    Por Pedro Bracciali A POSSIBILIDADE DO DISCURSO FALSO NO 237A DO SOFISTA DE PLATÃO: O Sofista é um diálogo de Platão cujo tema central é a problemática do Não-ser, e em que há um esforço de superação da afirmativa de Parmênides de que o Não-ser é impensável e indizível. A obra é situada no período