• ROMANCE FILOSÓFICO: SCHOPENHAUER NO BRASIL (PARTE III)

    Por: Antonio Alves Sim! Ele fez exatamente como no Parerga e Paralipomena, Livro 1, §98! O bicho me perseguiu por meia quadra. Subi num portão. Ele latia ferozmente em minha direção como se reivindicasse e perguntasse: “Por que me segues?”. Falei baixinho, temendo que alguém pudesse me ouvir. — Schopenhauer?… É você…? Ele não dava

  • ROMANCE FILOSÓFICO: SCHOPENHAUER NO BRASIL (PARTE II)

    Por: Antonio Alves 2- Irritabilidade, perseguição e uma lembrança sobre o velho Pitágoras  “Não bastava ter voltado num cão, tinha de ter voltado no Brasil?”. Foi o primeiro pensamento que me assolou depois que acordei do desmaio. Não era fácil de crer que era o próprio filósofo. Não, talvez não o filósofo, mas uma energia

  • ROMANCE FILOSÓFICO: SCHOPENHAUER NO BRASIL

    Por: Antonio Alves 1- Tiros, filhos e cães. O inferno é a Terra Baralho e gritaria: pessoas reunidas no bar da esquina. Um reclamava da cerveja quente, outro contava uma mentira de rio. O tamanho do peixe, a barranca desmoronando, o homem que pulou da ponte na semana passada e deu com a cabeça direto

  • A ARTE DE SER FELIZ – ARTHUR SCHOPENHAUER:

    Por: Arthur Schopenhauer Arthur Schopenhauer elaborou sua eudemonologia a partir de vários manuscritos com os quais teve contato ao longo de sua vida. O livro “A Arte de Ser Feliz”, no qual se encontra sua filosofia da felicidade, consiste num manual, composto por cinquenta máximas nas quais o filósofo de Frankfurt apresenta reflexões que visam

  • O CONCEITO DE MAGIA NA FILOSOFIA DE SCHOPENHAUER:

    Por: Juliana Vannucchi As obras de Arthur Schopenhauer são vastas e oferecem inúmeras abordagens e reflexões instigantes e profundas. Atualmente, é comum vermos o nome do pensador alemão ser associado diretamente ao pessimismo, embora a totalidade de seu legado carregue em si aspectos que se encontram muito além desse traço com o qual ele é

  • A METAFÍSICA DO AMOR – SCHOPENHAUER:

    Por: Juliana Vannucchi Este texto é baseado na obra O Mundo Como Vontade e Representação. Neste livro, Arthur Schopenhauer discorre sobre diversos assuntos e, dentre tais, há um capítulo específico sobre o amor, que é justamente o foco deste presente material. Um primeiro esclarecimento importante é que a metafísica do amor está inteiramente conectada como

  • SOBRE A LOUCURA:

    Por: Juliana Vannucchi Em sua obra magna, denominada O Mundo Como Vontade e Representação, Arthur Schopenhauer dedica um capítulo para analisar a loucura. Abaixo, segue uma exposição textual dos principais tópicos deste tema, feita com base no referido livro. Há dois tipos de loucura que são analisadas neste capítulo, sendo que cada uma delas influência

  • O PESSIMISMO DE SCHOPENHAUER:

    Por: Juliana Vannucchi “VIVER É SOFRER”: Partindo da premissa de que o ser humano é essencialmente Vontade (princípio metafísico da natureza que tange a existência e desencadeia uma série de desejos no homem) e de que o mundo que o cerca consiste mera e unicamente em representação desta Vontade não deliberada, não passando assim, de

  • SOBRE A ESSÊNCIA ÍNTIMA DA ARTE – ARTHUR SCHOPENHAUER:

    Por: Juliana Vannucchi (…) As artes dizem: “Vê aqui, eis a vida (…) * Sobre a Essência Íntima da Arte (O Mundo Como Vontade e Representação, Tomo II, Capítulo 34, em conexão com o 49 do primeiro Tomo).  A essência da arte é apresentada logo nas primeiras linhas do capítulo, e ela consiste, conforme as

  • SÓCRATES, PLATÃO E ARISTÓTELES NA PERSPECTIVA DE ARTHUR SCHOPENHAUER – ALGUMAS CONSTATAÇÕES:

           Por: Juliana Vannucchi A seguinte publicação baseia-se no texto “Fragmentos Sobre a História da Filosofia”, que é parte do livro Parerga e Paralipomena, publicado na Alemanha em 1851, e escrito por Arthur Schopenhauer. O objetivo deste conteúdo é aproximar o leitor da interpretação que o filósofo alemão possuía acerca de três dos maiores filósofos