• ROMANCE FILOSÓFICO: SCHOPENHAUER NO BRASIL (PARTE III)

    Por: Antonio Alves Sim! Ele fez exatamente como no Parerga e Paralipomena, Livro 1, §98! O bicho me perseguiu por meia quadra. Subi num portão. Ele latia ferozmente em minha direção como se reivindicasse e perguntasse: “Por que me segues?”. Falei baixinho, temendo que alguém pudesse me ouvir. — Schopenhauer?… É você…? Ele não dava